28 outubro, 2010

Éter pra reter o retorno eterno
Esquecer o terno pendurado no cabide empoeirado
Do esquecimento mensurado
Esquecer o aperto terno no coração balançando
Em um balanço velho de infância esquecida ali sei lá onde
Eterno retorno ao que parece bom
Porque longe, porque editado
O osso duro que na lembrança parece carne macia
O tempo é um cachorro sem dentes
Que esqueceu o sabor da comida
Éter

4 comentários:

Georgio Rios disse...

Estamos todos mordidos por este Cão meu caro.Buenas! Hasta!

lupeu lacerda disse...

siempre

Ricardo Thadeu disse...

lupa

vô meter éter na tua poesia, bixo
pra nunca ter fim nunca

adiós, hermano

Jenny Cullen Neto disse...

Adorei suas "Reflexoes"! ja estou seguindo!
Qd der, da uma passada no meu tb! Vc vai gostar!
Bjks e obg!
www.santaingnoranca.blogspot.com
@SantaIngnoranca