séquiço sacro

tudo que eu quero é dizer que não quero tudo. poesia, azia, o sonrisal derretendo como um poema belo de leminski. séquiço sexo sacro sagrado. grau. graal. a taça de beber o saber, e saber o sabor do saber. eu quero ficar velho e depois morrer, e nada de antes.

02 Maio, 2011

http://livroecerveja.blogspot.com/
Postado por lupeu lacerda às 9:54 PM

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ENTRE O ALHO E O SAL

ENTRE O ALHO E O SAL
Lupeu Lacerda (poesia, editora Kaballah,2007)

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